Número de mortes em Petrópolis chega a 120 e já é maior do que o registrado em 2011

Número de mortes em Petrópolis chega a 120 e já é maior do que o registrado em 2011

Dois dias após o temporal que atingiu a cidade e deixou um rastro de destruição no Centro Histórico e em bairros do primeiro distrito, já são pelo menos 120 pessoas mortas em consequência das chuvas. Ainda longe de concluir as buscas às mais de 100 pessoas que estão desaparecidas em moradias soterradas em diferentes pontos

Dois dias após o temporal que atingiu a cidade e deixou um rastro de destruição no Centro Histórico e em bairros do primeiro distrito, já são pelo menos 120 pessoas mortas em consequência das chuvas. Ainda longe de concluir as buscas às mais de 100 pessoas que estão desaparecidas em moradias soterradas em diferentes pontos da cidade, o número de vítimas fatais já é maior do que o registrado há 11 anos, quando a região do Vale do Cuiabá e outras localidades dos distritos foram devastadas pelas águas. Em 2011 – naquela que é considerada a maior tragédia da Região Serrana, com mais de 900 mortes registradas em sete cidades – Petrópolis contabilizou 76 mortes.

Apesar do esforço das equipes de resgate que atuam em busca de vítimas ainda soterradas desde a noite de terça-feira (15), em localidade críticas como o Morro da Oficina e a Rua Teresa, em alguns pontos da cidade ainda há pessoas que tentam com recursos próprios, localizar parentes soterrados. Dados divulgados na noite de quinta-feira (17) pela Policia Civil apontavam que 116 pessoas ainda estavam desaparecidas na cidade. De acordo com o Corpo de Bombeiros, mais de 500 militares trabalham no resgate às vítimas. Em 48 horas, 24 pessoas foram resgatadas com vida na cidade.

Com o solo fragilizado pela chuva e a previsão de novos temporais que aumentam o risco de deslizamentos de encostas e deslocamento de pedras, áreas de risco da cidade começaram a ser evacuadas.  Na tarde desta quinta-feira (17), moradores da Rua Nova e da comunidade 24 de Maio foram orientados a deixar as casas. Por conta do risco de deslocamento de pedras na parte alta da comunidade, moradores de imóveis na Rua Teresa, assim como pessoas que estavam em lojas, também foram orientadas a deixar o local.

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