Operação no Rio mira quadrilha especializada em estelionato

Operação no Rio mira quadrilha especializada em estelionato

A Polícia Civil do RJ iniciou nesta quarta-feira (25) a Operação Alicantina, contra uma quadrilha especializada em estelionato e furto mediante fraude. Até o momento, um homem de 58 anos foi preso em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio. Outras duas pessoas são procuradas. Na casa do suspeito, os agentes encontraram máquinas e cartões de crédito, além de papéis para falsificação de documentos.

A Polícia Civil do RJ iniciou nesta quarta-feira (25) a Operação Alicantina, contra uma quadrilha especializada em estelionato furto mediante fraude. Até o momento, um homem de 58 anos foi preso em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio. Outras duas pessoas são procuradas.

Na casa do suspeito, os agentes encontraram máquinas e cartões de crédito, além de papéis para falsificação de documentos.

Segundo a polícia, os alvos são:

  • Alberto de Oliveira Campos (conhecido como Neguinho), de 66 anos;
  • Isaac Afonso Cohen (conhecido como Russo e Alemão), de 58 anos – preso;
  • Márcio Vinicius de Souza (conhecido como Sombra), de 45 anos.

Agentes da 107ª DP (Paraíba do Sul) saíram para cumprir mandados nos bairros de Santa Cruz e Guaratiba, na Zona Oeste da capital do Rio; e em Itaguaí, na Baixada Fluminense.

De acordo com as investigações, a quadrilha atuava em todo o estado, principalmente nos municípios de Petrópolis, na Região Serrana; e em Paraíba do Sul e Paty do Alferes, no Centro-Sul Fluminense.

As vítimas do grupo eram clientes de instituições bancárias, na maioria idosos, que realizam saques em caixas eletrônicos.

Segundo a Polícia Civil, todos os envolvidos possuem passagem por estelionato e furto mediante fraude e clonagem de cartão.

De acordo com as investigações, a quadrilha tinha um modo de atuação para tirar o dinheiro dos alvos. O grupo ia até uma agência bancária e um homem ficava do lado de fora, observando possíveis vítimas. Quando a pessoa era identificada, ele comunicava aos comparsas.

Outros dois bandidos se posicionavam nos caixas eletrônicos ao lado da vítima. Quando ela terminava de usar o equipamento, um deles a abordava, dizendo que havia esquecido um suposto recibo.

O papel orientava o cliente a trocar de senha, caso não fizesse, pagaria uma multa. Um dos bandidos, então, se propunha a orientar a vítima durante a suposta troca de senha. Por fim, ele alegava que não tinha dado certo, e o outro comparsa entrava em ação, oferecendo ajuda.

Neste momento, o segundo golpista usava os dados bancários e sacava dinheiro da conta. Uma das vítimas perdeu R$ 2,5 mil.

Os investigadores afirmam que os principais alvos eram os clientes mais velhos. Os golpistas tentavam conquistar a confiança dos idosos para aplicar os golpes.

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