Professores da rede municipal de ensino de Barra Mansa realizam manifestação que termina em confusão

Professores da rede municipal de ensino de Barra Mansa realizam manifestação que termina em confusão

Os professores da rede municipal de educação realizam hoje, dia 30, uma paralisação parcial das atividades. Os profissionais estão no pátio da prefeitura com cartazes reivindicando melhorias para a categoria. O ato terminou em confusão por conta de uma suposta agressão da Guarda Municipal a uma professora. Durante o ato uma professora tentou entrar no

Os professores da rede municipal de educação realizam hoje, dia 30, uma paralisação parcial das atividades. Os profissionais estão no pátio da prefeitura com cartazes reivindicando melhorias para a categoria. O ato terminou em confusão por conta de uma suposta agressão da Guarda Municipal a uma professora.

Durante o ato uma professora tentou entrar no pátio da prefeitura com um cartaz. De acordo com os presentes, ela foi colocada à força dentro de uma viatura da Guarda Municipal. Já a prefeitura alega que ela deu um tapa em um guarda municipal, nas redes sociais o prefeito Rodrigo Drable publicou que ‘uma professora bateu no rosto de um guarda e rasgou sua farda. Até onde vai o direito de manifestar?’. Ela foi conduzida para a 90ª delegacia.

Drable ainda divulgou em sua postagem o aumento de remuneração que alguns membros do Sepe tiveram, que já são públicos e estão no Portal da Transparência. Comparando os salários de junho de 2016 com junho de 2022, informando ainda que o aumento do Piso de 33% é muito inferior ao que já demos. E não há condição de dar um aumento sobre o outro.

Professor 1:R$4.635,14 – R$6.998,86 = ( aumentou)R$2.363,72;

Professor 2:  2016 R$2.139,29 – 2022 R$3.730,33 = aumentou R$1.591,04 Professor 3: 2016 R$1.488,37 – 2022 R$3.207,86 = aumentou R$1.719,49

Professor 4: 2016 R$2.693,98 – 2022 R$3.907,65 = R$1.213,67

Reivindicações

De acordo com o professor e diretor do Sindicato da Educação (Sepe) Carlos Roberto de Almeida (Betto) os professores estão enfrentando graves problemas no cotidiano escolar, como a falta de itens básicos como papel higiênico. “Temos escolas onde os professores são obrigados a levar papéis higiênicos. Faltam materiais básicos como papéis dentre outros”.

A professora Rayla Dias destaca que são escolas com janelas e portas quebradas, diretoras nomeadas sem discussão com a comunidade escolar, além do não cumprimento do Plano de Carreiras, Cargos e Salários (PCCS). “O piso salarial nacional não está sendo cumprido desde janeiro. Os funcionários recebem um salário base de R$ 998, muitos acabam recebendo menos de R$ 500 como líquido considerando os descontos. Há o vale alimentação de R$200, o problema é que são descontados em folha R$ 117 sobrando somente R$ 83 que todo mês atrasa para ser creditado no cartão. Não há diálogo, já enviamos diversos ofícios à secretaria de Educação, sem resposta alguma”, analisa a professora.

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