Desde o dia 18 de junho, as ruas do encantador distrito de Conservatória, em Valença, são palco da exposição ‘Conservatória – O Meu Lugar’, uma mostra realizada pelo Instituto Cultural Cidade Viva (ICCV), que busca valorizar o patrimônio afetivo da localidade por meio das memórias, práticas, manifestações e modos de vida que compõem a identidade
Desde o dia 18 de junho, as ruas do encantador distrito de Conservatória, em Valença, são palco da exposição ‘Conservatória – O Meu Lugar’, uma mostra realizada pelo Instituto Cultural Cidade Viva (ICCV), que busca valorizar o patrimônio afetivo da localidade por meio das memórias, práticas, manifestações e modos de vida que compõem a identidade cultural da região.
Mais do que retratar os tradicionais pontos turísticos, a exposição mergulha na dimensão emocional do território, mapeando e apresentando os ‘tesouros afetivos’ que formam a memória coletiva dos moradores e visitantes: lugares especiais, gestos cotidianos, tradições preservadas e histórias que revelam um jeito único de ser e viver em Conservatória.
Durante o processo de criação da mostra, a equipe do ICCV esteve no distrito entrevistando moradores, colhendo relatos e registrando manifestações culturais que revelam a riqueza simbólica da comunidade. A pesquisa se materializa em 13 painéis organizados por temas como, por exemplo: ‘Tesouros de Conservatória’, ‘Pedacinho do Céu’ e ‘O Movimento Seresteiro’. O resultado promete emocionar e despertar o sentimento de pertencimento tanto em quem vive ali quanto em quem carrega laços afetivos com o lugar.
“A abertura dessa exposição é um momento muito especial. Cada detalhe foi pensado com carinho para que o público se reconheça nas histórias, nos lugares e nas memórias compartilhadas. Conservatória é feita de afetos, e foi isso que buscamos traduzir: um território vivo, musical, cheio de identidade e pertencimento”, diz Natale Onofre, presidente do Instituto Cultural Cidade Viva.
A exposição também poderá ser visitada em formato virtual, expandindo o acesso ao público de diferentes regiões. A mostra, disponível no site institutocidadeviva.org.br/expoconservatoriaomeulugar, oferece ainda conteúdo audiovisual complementar exclusivo. Assim, quem tem laços com Conservatória – esteja onde estiver – poderá reviver memórias, reconhecer personagens e mergulhar nas histórias que constroem a alma do distrito. E tudo isso embalado por uma playlist com as músicas mais representativas do movimento seresteiro (bit.ly/4ko2yUO).
Para garantir acessibilidade e ampliar a experiência do público, a exposição contará com QR Codes e placas em braile distribuídos ao longo do percurso. Esses recursos conduzem os visitantes ao site da mostra e a conteúdos de audiodescrição, permitindo que mais pessoas tenham acesso aos textos e imagens que integram o trabalho.
“A Exposição Conservatória – O Meu Lugar é um compromisso também do governo do Estado do Rio de fazer o investimento chegar na ponta, valorizando e respeitando os seus territórios culturais e os potencializando por meio da arte”, afirma Danielle Barros, secretária de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro.
Realizada pelo Instituto Cultural Cidade Viva (ICCV), com patrocínio da Light, do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, a exposição integra o projeto ‘Vale do Café: conexões e patrimônio’. A iniciativa conta ainda com a parceria técnica do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac).


















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